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domingo, 1 de junho de 2014

Um grupo descobriu isso na floresta... Abaixo estava um segredo aterrorizante

No meio da floresta do norte da Alemanha há tubos estranhos que estão se projetando para fora do chão. Um dia, um grupo de amigos os encontrou.
Eles decidiram explorar a área, mesmo que isso parecesse um pouco perigoso. O que eles encontraram escondido sob o solo foi historicamente interessante... mas também aterrorizante. 
Os amigos costumavam brincar lá quando crianças, mas nunca exploraram o que estava ligado aos tubos. 
Mas estava na hora. A entrada estava originalmente coberta com uma tampa de madeira, mas ela foi removido com um pé de cabra. 

A visão de dentro da entrada, porta de ferro e tudo mais. 

Havia intermináveis ​​corredores...

A acústica dentro do bunker tornava tudo muito mais assustador. 

Havia cruzamentos em vários lugares.

O primeiro final...

E outro, cedido e pichado. 

O caminho continuava se transformando. 

Eles se recusaram a voltar para trás.

(Embora, por vezes, era tentador sair de lá.) 


Portas como você encontraria em um cofre de banco pareciam estar arrancadas de suas dobradiças. 

Elas eram pesadas ​​e cobertas de letras que eram difíceis de decifrar. 

Apontando para uma saída.

Isso possivelmente estava aos tubos?

Como eles desciam ainda mais, o bunker se tornava cada vez mais deteriorado. 


"Olá, Satanás, eu te amo."


Os corredores cheiravam a esgoto.

Os níveis inferiores estavam bastante prejudicados.

Alguns dos principais corredores e salas estavam inundados. 


Esta pilha de lixo, no escuro, parecia um homem sentado e esperando por eles...

Outro corredor estranho e intransitável

A maior sala encontrada no bunker

No meio havia uma máquina estranha... 

Luvas...

Algum vampiro ou fantasma esqueceu seu sapato. 


Uma portinhola, mas levando para onde?

Uma caverna profunda e escura, intransitável.

Os amigos deixaram o bunker, provavelmente construído antes ou durante a segunda guerra mundial, assustados, uma vez que a bateria da câmera havia acabado. Eles descobriram muitas coisas estranhas nas profundezas da terra e não queriam se perder. Será que você teria coragem de ir para dentro de algo assustador que você encontrasse na floresta? 
Via: ViralNova

domingo, 8 de dezembro de 2013

Crescer é aprender a dizer adeus para certas coisas


Cai a folha, o fruto, o dente, a chuva. Surge o tesão, as espinhas, a menstruação, o verão. Crescem o peitinho, a ansiedade, os jeitinhos e as opiniões. Mudam as formas, o clima, o corpo, as estações.
Passam as horas, os dias, alegrias e expectativas. Passa o choro de ontem, a ilusão de anteontem, o amor que se mostrava eterno no ano passado. Passa a chuva e o calor. A compulsão de comer chocolate, assistir àquele filme, ir para a balada esta noite, ficar com o gatinho que parecia especial, também passa.
Passam certas necessidades a serem colocadas a limpo. As qualidades, os defeitos, as metas e planejamentos para o próximo ano, são passados para a agenda nova.
A adolescente, viçosa e manhosa, começa a passar hidratantes na pele iluminada e batom nos lábios. Aquelas ondas tão altas concordam em se aquietar um pouco para você passar com a sua prancha para além da rebentação.
Nasce a vontade de crescer, ter a chave de casa, viajar com os amigos, entrar para a faculdade.  Conseguir o diploma e já pensar no mestrado.
Urge ir à praia, comprar biquíni novo, experimentar o bronzeador cor de mate, tomar um chope geladíssimo na hora do almoço.
Urge também criar coragem e se declarar para o professor de anatomia.  Dizer poemas em voz alta para Manoel de Barros, abraçar em sonhos os caleidoscópios de Fernando Pessoa, as reflexões de Drummond, as delicadezas transparentes de Mário Quintana.
Notam-se os traços do líder, da mocinha politizada, da rebeldia inconteste, dos iconoclastas declarados.  Registram-se os movimentos do gesto solidário, as virtudes dos ideais multiplicados. Notam-se a intransigência e a ganância dos políticos, só menor que suas falácias, tramoias e ardis.
Anoitecem as verdes querências, as antigas indulgências, as compulsões pelos porres e as ressacas. As inconsequências, saudosas irresponsabilidades, a certeza de que o universo é infinito, porém menor que a estupidez humana.
Nasce mais adiante a vontade de casar, comprar apartamento, e se não der, alugar um, de preferência na zona sul da sua cidade. Ter um filho é um desejo que nasce invariavelmente.  Vem o primogênito, então, mais parecido com um lindo bebê de borracha, que todos anseiam apertar e mordiscar.
Nasce ainda a vontade de transar com a mulher do melhor amigo, porque é proibido proibir. De escrever às escuras uma biografia não autorizada da sua vizinha, que todas as noites troca de visitantes. Seu apartamento, o porteiro comenta à boca pequena, mais  se  assemelha a  porta de bar, ostentando diuturnamente um  entra-e-sai fervilhante.
Muda o gosto pela leitura, pela música, como é legal escutar música clássica, a moda comportada, que dá lugar à irreverência fashion. Muda o corte de cabelo, a cor das mechas, o tamanho dos seios, com alguns bem vindos mililitros de silicone. O jeito de andar, de seduzir, de beijar e se apaixonar.
Mudam as exigências, as compreensões dos defeitos alheios, a semântica dos conceitos de fracasso, autoestima e amizade. Muda-se o gesto contido e egoísta para a ação coletiva. As manifestações e passeatas nas ruas.
O modo mais enérgico de acordarmos o gigante sonolento, cujo leito tem as dimensões  do Brasil. Mudam o tom e o conteúdo das reivindicações ao governo que nunca-está-nem-aí-para o povo, as demandas,  agora mais claras e incontestáveis.
Sacodem-se os projetos ainda em gestação, as poeiras do passado, as relações desbotadas, os discursos maquínicos. As poeiras dos tapetes, as roupas nos varais, as belas ancas, que dançam soltas um forró delicioso e gingado com um,  dentre os inúmeros  e afoitos pretendentes.
Aprende-se a viver mais de mansinho, a morrer sem estardalhaço, a trocar a costumeira arrogância por duas doses de humildade. A trancar mentiras feias nas gavetas da consciência. Aprende-se a buscar rotinas mais éticas, um corpo mais harmonioso, relações mais mágicas e férteis, no amor e no trabalho.
Aprende-se a dançar um tango vertiginoso, embebido em estrógenos e testosteronas que circulam sem parar pelos salões da tentação.
Se aceita o envelhecer, a memória preguiçosa, a vitalidade que decai aos pouquinhos, a comida com menos sal, porque a pressão não pode subir tanto. Tolera-se refrear a gula, alternar sonhos iridescentes por outros mais pertinentes. As perdas que doem tanto, as criticas alheias, às vezes implacáveis. As injustiças tremendas que os correios do acaso remetem sem aceitar devoluções.
Tolera-se, com tristeza, é verdade, o amigo que desistiu de você, a falsidade dos outros, a esperteza de alguns que acabam sendo flagrados, felizmente, por sua intuição em estado de alerta.
Hospeda-se a doença, às vezes insuperável, o tumor a ser extirpado, a morosidade das horas, a sucessão de exames clínicos, a austeridade do silêncio, indispensável em certas etapas da existência.
Suportam-se despedidas, longas ou curtas, abandonos inexplicáveis, o crepúsculo da vontade, em seu estágio mais débil. O lamentável definhar de sorrisos e acolhidas familiares, histórias esgarçadas pelo medo, indiferença, inveja e desamor.
Compreende-se a beleza muda e estonteante de alvoradas. As promessas da natureza, ao oferecer, a quem sabe apreciá-la, seu o hipnótico balé de pássaros e borboletas de todas as cores. A liberdade no voo das águias, a elegância das garças e girafas, o faro de panteras à espreita de pobres alvos distraídos. A amizade buliçosa dos golfinhos, cuja euforia espalha-se no mar quente e escandalosamente azul.
Descobre-se, por fim, a sabedoria embutida no verbo crescer. Nos imprescindíveis desapegos diários. Nas despedidas de hábitos inúteis, situações e pessoas.
Porque afinal constata-se que crescer também é um pouquinho isso: ir dizendo adeus para as coisas.
Via: Revista Bula

sábado, 7 de dezembro de 2013

Esse belo lago russo pode matar uma pessoa em menos de uma hora

O lago russo Karachay foi utilizado na década de 1950 como um local de despejo de resíduos radioativos. Hoje, é o local mais poluído do planeta, com radioatividade suficiente para matar uma pessoa em menos de uma hora. Naquela época, a área foi submetida a mais de 200.000 vezes a quantidade normal de radioatividade devido as más práticas de eliminação de resíduos.
No sul dos Montes Urais, na Rússia, encontra-se um corpo de água bonito e pitoresco chamado Lago Karachay. Mas não chegue muito próximo – ele é um assassino silencioso, e tem constantemente emitido doses letais de radiação nos últimos 60 anos. Em meados dos anos 1940, a União Soviética construiu uma cidade secreta na região chamada Chelyabinsk-40. O propósito:  fabricar armas nucleares a partir do urânio-238 extraído das colinas circundantes. Em 1948, o primeiro reator estava funcionando, e Chelyabinsk-40 (também conhecida como Chelyabinsk-65) estava operando a pleno vapor, convertendo urânio em plutônio.

Lago Karachay

Mas havia um problema: quando eles construíram as instalações, todo o planejamento e recursos foram focados em criar o plutônio, mas não se livrar dos resíduos. Então, eles passaram a despejá-los no rio mais próximo. Especificamente, o rio Techa, que fornecia água para cerca de 39 cidades e aldeias próximas.
Após três anos envenenando inconscientemente a sua própria população, a União Soviética enviou pesquisadores para certificar-se de que os resíduos não estavam fora do normal. Aí veio a surpresa:  outras áreas não emitiam mais do que 0,21 Röntgens (uma medida para a radiação) a cada ano. O rio Techa estava emitindo 5 Röntgens a cada hora.
Então eles represaram o rio, construindo barragens e evacuando as dezenas de milhares de moradores. Como isso não resolveu o problema, a URSS então encontrou um novo lugar para despejar seu coquetel de resíduos nucleares: o Lago Karachay. Em um algum momento entre 30 e 40 anos mais tarde (a União Soviética nem sequer reconheceu sua existência antes de 1990), o Lago Karachay foi o principal reservatório de resíduos da usina Chelyabinsk. O raciocínio era que o Lago Karachay não alimentava nenhum rio, de modo que não havia nenhuma maneira pelo qual os resíduos radioativos pudessem escapar.
No entanto, mais tarde, testes revelaram que as águas do lago estavam “vazando” pelo subsolo do pântano Asanov.
Para piorar a situação, a seca de 1967 evaporou uma grande parte da água do lago, deixando expostos os resíduos radiativos. Quando os ventos vieram, uma nuvem de poeira radioativa se formou no ar e englobou 2,3 mil quilômetros quadrados, contaminando meio milhão de pessoas. Casos de leucemia na área subiram em 41% em apenas alguns anos.
Neste momento, o Lago Karachay emite 600 Röntgens por hora, e isso é radiação suficiente para matar uma pessoa em menos de uma hora. Mas o desastre pode não acabar aí: toda a área é tão instável que se uma única barragem do rio Techa quebrar, toda a sua radiação pode vazar através do pântano Asanov, percorrendo o rio Ob e caindo no Mar Ártico, onde as correntes espalhariam a radiação pelo Oceano Atlântico. [Knowledgenuts]

http://misteriosdomundo.com/belo-lago-russo-matar

“O HIV é um vírus inofensivo e não transmite a AIDS”, afirma ganhador do Nobel



Brasília – O doutor Peter Duesberg é agora “persona non grata” para a indústria da AIDS, e tudo porque ele provou que  o HIV não transmite a AIDS.
Professor de Biologia Molecular da Universidade da Califórnia, Peter Duesberg teve a coragem de desafiar a indústria da AIDS,  que é formada pelos produtores de medicamentos alopatas, de preservativos e pela medicina mercantilista – que vive da doença; não vive da saúde.
Ele mantém 4 mil pacientes diagnosticados como portadores do HIV, ou seja, os chamados soropositivos, que não tomam remédio algum; são proibidos de tomar remédio.
Não são 4.
Não são 40.
Não são 400.
São 4.000 pacientes e em quase a metade dele o HIV desapareceu espontaneamente, o que levou o doutor Peter Duesberg a concluir que a AIDS  decorre exatamente do remédio que se toma para combater o HIV.

Peter Duesberg, (Divulgação).

O professor Peter Duesberg concorda que o HIV pode ser transmitido no ato sexual, mas, em relação à AIDS, ele provou que se trata apenas do “marcador substituto” – ou seja, é a variável intimamente relacionada com outra, que é a verdadeira causa da doença.
E, agora, pasmem! O doutor Peter Duesberg disse que “o consumo de drogas ( remédios ) equivocadamente usada para combater o HIV, leva à AIDS”.
Não por coincidência, todos que morreram de AIDS estavam sob cuidados médicos.
E, agora, pasmem novamente com o que disse o doutor Peter:
-“O AZT e outras drogas usadas para combater o HIV estão, na verdade, provocando a doença (AIDS) em pessoas que seriam HIV positivas saudáveis”.
Ao ler o trabalho do doutor Peter Duesberg eu me lembrei da música do Chico Buarque de Holanda, “Fado Tropical”, que diz assim:
- Todos nós herdamos do sangue lusitano uma boa dosagem de lirismo, além das sífilis, é claro.
Ou seja: o HIV pode estar presentes no sangue e isto não quer dizer que a pessoa está condenada. E como ensina o doutor Peter, não deve jamais tomar remédio para combater o HIV.
Portanto, se um dia eu for diagnosticado como soropositivo eu nem me preocupo. E se vierem me dar remédio para combater o HIV eu chamo o doutor Peter.
Ah! Ia esquecendo de dizer que o doutor Peter Duesberg tem o apoio de dois prêmios Nobel de Química e acaba de ser contratado pelo governo da África do Sul para coordenar o programa de combate à AIDS.
E por que a tese dele não se alastrou?
Porque a mídia capitalista também depende da indústria da AIDS, pois é de lá que vem as gordas verbas publicitárias.
Então, gente, vamos deixar de paranoia e procurem ler o trabalho do doutor Peter. Apesar de ele ter sido considerado “persona non grata” pela indústria da AIDS, não conseguiram ( ainda ) destruir o trabalho dele. 
Por Ailton Vilanova

O HIV é inofensivo. Mas as drogas anti-HIV são mortais.
Fonte: SUPER INTERESSANTE
out 2000 – Edição 157Entrevista com Peter Duesberg


Um dos maiores especialistas em vírus HIV afirma que a Aids não é contagiosa e que se alguém injetar o vírus em si mesmo não ficará doente
Por Flávio Dieguez - fdieguez@abril.com.br
Desde a eclosão da Aids, em 1981, a expressão “HIV-positivo” se transformou quase que em uma sentença de morte. A presença do HIV em um organismo significava que, mais cedo ou mais tarde, ele adoeceria de Aids. Mas… e se o vírus for inocente? E se ninguém precisasse temer o contágio e nem, por causa disso, tivesse que usar camisinha como uma obrigação, nem tomar drogas pesadas como o AZT, disparadas contra o vírus como a única alternativa de salvação? Essa tese polêmica — ou simplesmente insana na opinião de muitos especialistas — é defendida pelo cientista que mais entende hoje dos vírus da categoria do HIV, chamados de retrovírus. Trata-se do bioquímico alemão, naturalizado americano, Peter Duesberg, da Universidade da Califórnia, em Berkeley. “Peter é extraordinário e brilhante”, diz a seu respeito o seu maior oponente, o virologista americano Robert Gallo, do Instituto Nacional do Câncer (INC). (Gallo descobriu o HIV e é o autor da tese de que é o vírus que causa a Aids.) Duesberg concordou em dar esta entrevista à Super depois que o presidente da África do Sul, Thabo Mbeki, em abril, anunciou que poderia suspender, em seu país, o tratamento da Aids por meio de drogas anti-HIV, não só por seus efeitos colaterais deletérios, como por haver dúvidas sobre sua eficiência no combate à doença. O anúncio teve o efeito de um terremoto. Pela primeira vez se deu atenção a Duesberg e a mais uma centena de pesquisadores que inocentam o vírus, entre os quais o bioquímico americano Kary Mullis, da Universidade da Califórnia, Prêmio Nobel de Química de 1993. A seguir, entenda por que eles não acreditam que o HIV seja o vilão da história.
Super – Por que você não aceita a teoria de que a Aids é causada por um vírus, o HIV?
A Aids não é compatível com os critérios usados para definir uma doença como infecciosa — isto é, causada por microorganismos. Para começar, todas as infecções levam ao contágio e são comumente transmitidas para quem trata os pacientes. Não se conhece um único médico ou enfermeira que tenha contraído Aids dessa maneira. No total, desde que a Aids foi diagnosticada há 20 anos, mais de 750 000 casos já foram registrados nos Estados Unidos. O fato de não ter havido a contaminação de um médico ou uma enfermeira sequer demonstra que a Aids não é contagiosa.
Mas a Aids não está se espalhando pela população por contágio?
Não. As doenças infecciosas se alastram mais ou menos por igual por toda a população. É o que se vê, por exemplo, na poliomielite, na varíola, na hepatite etc. Em vez disso, tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, a Aids é uma enfermidade predominantemente masculina: até 85% dos pacientes são homens. Como explicar a baixa incidência no sexo feminino? E não é só isso: quase 70% dos pacientes masculinos são homossexuais usuários de drogas, o que torna a distribuição da doença ainda mais desigual, mais restrita a um segmento específico da sociedade.
Então, qual seria o papel do vírus?
O HIV não se encaixa nos critérios estabelecidos. Nenhum outro vírus tem o comportamento que se atribui a ele. Enquanto todos os vírus conhecidos causam doença em alguns dias ou semanas após a infecção, o HIV demoraria até dez anos para provocar efeito. É um paradoxo sem explicação. Na verdade, essa demora no aparecimento do mal é característica das doenças associadas às drogas. O câncer de pulmão surge de dez a 20 anos depois que se começa a fumar, e a cirrose, 20 anos depois de começar a beber.
Até que ponto essa analogia é importante para entender a causa da Aids?
Ela mostra o quanto é duvidoso que o HIV seja a causa da Aids. Se ela fosse de origem viral, deveria ter seguido um de dois caminhos possíveis: ou teria sido controlada assim que os pacientes desenvolvessem imunidade a ela, ou teria explodido, como previram erroneamente os cientistas americanos. Mas o que aconteceu foi algo completamente diferente: ela está associada a um estilo de vida, da mesma forma que o câncer de pulmão predomina entre os fumantes e, como ele, continua confinada a uma pequena parcela da população.
Então, a causa da doença seria um comportamento…
A hipótese que nós defendemos é que a Aids é uma epidemia química, não contagiosa, provocada pelo uso persistente de drogas nos Estados Unidos e na Europa, e pela má nutrição (a falta de nutrientes causa problemas químicos, tanto quanto as drogas), na África.
Como se explicam as fotos ou filmes que mostram o HIV infectando as células?
O fato de um vírus estar presente em um paciente não é suficiente para provar que ele seja a causa da doença. Especialmente se a doença não é contagiosa. Na verdade, em sua grande maioria os vírus são “passageiros” inofensivos do organismo humano e nunca causam doenças.
A hipótese da causa química tem sido estudada de uma forma adequada, na sua opinião?
Claramente não. Ao contrário, ela tem sido censurada, suprimida e privada de verbas públicas. Os seus proponentes são intimidados e marginalizados.
Você alega que os tratamentos disponíveis para a Aids não ajudaram ninguém até hoje. O que o faz pensar assim?
Primeiro, as terapias são direcionadas contra o vírus e ele não causa a Aids. Segundo, como as drogas utilizadas prejudicam o sistema de defesa do organismo (como se diz que o HIV faz) elas são Aids por prescrição médica. Receitar AZT, por exemplo, é como receitar a doença.
Como se explica que o jogador de basquete americano Magic Johnson esteja em tão boa forma, embora tenha tido Aids e tomado o AZT?
Você está enganado: Johnson tomou AZT por alguns meses apenas, dez anos atrás. Depois disso nunca mais. E é por isso que tem boa saúde agora. O HIV é inofensivo, mas as drogas anti-HIV são mortais: Johnson é a prova viva disso.
Você acredita que uma pessoa saudável poderia injetar o vírus em si mesma sem risco de ter Aids?
Sim. Isso já acontece. De acordo com a Organização Mundial de Saúde 33 milhões de pessoas, atualmente, são HIV-positivas, mas menos de dois milhões desenvolveram a doença desde que ela é conhecida. Portanto, há 31 milhões de pessoas infectadas e completamente saudáveis no mundo — entre as quais Magic Johnson.
Você faria essa experiência?
Eu já me dispus a isso, desde que o objetivo seja fazer pesquisa — uma investigação financiada por dotações adequadas e com liberdade para publicar os resultados em revistas especializadas. Eu sou um cientista, não um apostador.
Você acredita que o grupo dos chamados “rebeldes da Aids”, do qual você faz parte, pode passar a ser ouvido daqui para a frente?
Penso que o nosso maior aliado é o fracasso da hipótese de que o HIV cause Aids. As pesquisas nessa linha não conduzem à cura, não previnem e nem explicam a doença, a despeito de todos os esforços já feitos em termos de capital e de recursos humanos por mais de 16 anos. A incapacidade de produzir resultados é a marca registrada do fracasso. Isso, mais a simples lógica dos nossos argumentos, refutarão a hipótese corrente mais cedo ou mais tarde. Da mesma forma que Galileu, mesmo que depois de 400 anos, acabou convencendo até o papa de que a Terra gira em torno do Sol. (Só em 1983 a Igreja admitiu que errou ao condenar Galileu.)

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

INCRÍVEL: Uma “cidade” flutuante será construída


Já imaginou morar em uma cidade que circulará ao redor da Terra?

A  Freedom Ship International irá tornar isso realidade, a empresa tem um plano ambicioso, que é criar um navio-cidade com uma extensão de 1,4 Km e 25 andares de altura. A cidade-navio será suficiente para abrigar mais de 50 mil pessoas, e infraestruturas como: Um estádio de beisebol, um aquário gigante,  escolas, lojas, empresas, um cais para navios cruzeiros e um aeroporto em que caberiam aviões com suporte para 40 passageiros.

O diretor da  empresa e o vice-presidente Roger M. Gooch disseram  que estão confiantes de que apenas o projeto levantará US $ 1 bilhão – o suficiente para iniciar a construção – e, em seguida, eles irão procurar outros 9 bilhões de dólares para terminar todo o processo.

Polêmica - Cientistas Russos alertam: Nova Era do gelo chegará em 2014 .

Uma nova era do gelo se inciará em 2014, de acordo com uma previsão climática apresentada pelos cientistas russos do Instituto Gazprom VNIIGAZ.
Rauf Galiulin e Vladimir Bashkin afirmam que no ano que vem a Terra entrará em uma fase de queda gradual da temperatura e deve chegar ao ápice dentro de um período de 50 anos, resultando em uma nova era glacial. (Global Warming Policy Foundation)
Segundo a publicação, os pesquisadores afirmam ainda que, ao contrário do que ditam todas as teorias relacionadas ao aquecimento global, a ação dos humanos exerce pouca ou nenhuma influência sobre o clima da terra. Conforme o explicado por eles, a variação da temperatura estaria associada aos ciclos de atividade solar, que realmente estão sofrendo uma redução. 

A gélida era, dever ter início em 2014, com uma queda não tão acentuada de temperatura no primeiro momento. Entretanto, depois de algumas décadas, a diminuição será mais ativa e perceptível. De acordo com uma matéria publicada pelo Site  Times, a baixa atividade do ciclo solar atual — o chamado “Ciclo 24” — vem deixando alguns cientistas intrigados, além de despertar questões sobre quais podem ser as consequências disso para o nosso planeta.

Era Glacial

Ainda segundo o Times, a última vez que aconteceu uma grande queda na atividade do ciclo solar foi entre os anos de 1650 e 1715, durantes os quais pouquíssimas mancha solares foram observadas. Coincidentemente, nesse período ocorreu uma queda acentuada nas temperaturas no planeta, provocando o que ficou conhecido como a “Pequena Era do Gelo” na Europa e América do Norte.
Qual sua opinião acerca desse estudo publicado?

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

7 coisas que estão acabando e você nem sabia

Dificilmente passamos um dia inteiro sem ouvir sobre a pressão insustentável que estamos colocando nos recursos naturais. E, enquanto nos vêm à mente imagens de coisas como petróleo, água doce e carvão, a verdade é que muitos outros produtos também estão se esvaindo rapidamente.
Alguns desses produtos podem não ser tão cruciais quanto, digamos, a água potável, mas ainda assim eles são parte de nosso cotidiano. Então, com o Dia de Ação de Graças chegando, vamos parar um pouco para apreciar essas sete maravilhas do mundo moderno. É melhor você aproveitá-las enquanto pode.

Chocolate

chocolate
Chocolate é uma delícia, né? Ele tem um lado bem triste, entretanto: a maior parte do fornecimento de cacau do mundo vem do Oeste da África, onde muitos países ainda têm que combater coisas como trabalho infantil, muitas vezes escravo, e tráfico de crianças; em outras palavras, este é o tipo de trabalho que produz o chocolate que você coloca na sua boca. Mesmo com o trabalho escravo, entretanto, plantar cacau não é financeiramente lucrativo para o fazendeiro africano médio.
Como estas crianças poderiam falar para você, cultivar cacau é um trabalho muito duro. Leva tempo (cada nova safra leva cinco anos para crescer), tem que ser feito manualmente e, ainda pior, tem que ser feito manualmente num calor torturante. E o pagamento final? A fortuna de 80 centavos de dólar por dia — que ficam com o fazendeiro, na verdade. Nesse ritmo, em cerca de vinte anos, o chocolate poderá se tornar um luxo com preços comparáveis ao do caviar. E isso com a continuação do trabalho infantil. Com leis de comércio justo avançando na indústria, ainda que lentamente, e leis sobre o trabalho infantil sendo (justa e corretamente) aprovadas, o preço do trabalho irá subir, fazendo os produtores terem ainda mais prejuízo. O xis da questão aqui é que o chocolate vai ficar caro demais para ser produzido em massa.
Além disso, não dá para transferir a produção da matéria-prima para outras partes do mundo. O cacau só cresce em latitudes a menos de 10 graus da linha do equador — uma área em que estão alguns dos países mais instáveis do planeta. Em outras palavras, é bom aproveitar os seus ovos de páscoa no ano que vem.

Sardinhas

sardinhas
Esta aqui pode não incomodar tanto assim muitos de vocês, mas para os amantes dos peixes oleosos enlatados, o fim do mundo está vindo aí. No mês passado, a frota do Oeste do Canadá de navios caçadores de sardinha voltou ao continente com um total de… zero, nadica de nada. Não são apenas US$32 milhões de sardinhas em potencial que deixaram de ser pescados, mas a perda é um indicativo de um futuro bem perturbador: nós podemos estar a algumas décadas de não haver mais sardinhas nas águas.
As populações de sardinhas tendem a oscilar com a temperatura da água, e estes peixinhos estão se reproduzindo menos desde o resfriamento das águas do Pacífico, ocorrido na década de 1990. A pesca pesada, claro, continuou no seu ritmo, sem atentar a isso. Além disso, qualquer ovo de sardinha pego hoje em dia vem de peixes nascidos a mais de uma década — uma geração de sardinhas que está quase morrendo. Apesar de tudo isso, o Canadá continua aumentando suas cotas de pesca, e os EUA, apesar das limitações que vêm sendo impostas, ainda não diminuíram a quantidade o suficiente para se adequar ao estoque cada vez menor.
Então, o que isso pode significar para as pessoas que adoram esses peixinhos enlatados? Pode levar décadas até as águas se aquecerem o suficiente para trazer de volta nossos amigos do mar.

Tequila

tequila
Em 2007, a produção mexicana do agave-azul (a planta a partir da qual a tequila é feita) já não estava indo tão bem. Vinte por cento da safra foi avariada por doenças, um sinal de que, como notou o Chicago Tribune, os fazendeiros estavam abandonando a colheita pelo mesmo motivo que as fazendas de cacau estão desaparecendo: o custo é muito alto. Cultivar milho é muito mais lucrativo que cultivar agave-azul. Então, o que um produtor faz quando ele quer substituir sua plantação por alguma que dê mais dinheiro? Queima tudo. Sim, ao invés de colher o que já tinham, os fazendeiros decidiram queimar campos e campos de preciosa tequila em potencial.
Mas você não precisa começar a afogar suas mágoas agora; os grandes produtores estão cuidadosamente estocando tequila para a escassez que está por vir. Porque, quando ela finalmente vier, o líquido dourado vai virar ouro líquido — o que não é bom para os consumidores, com certeza. Mas, à medida que fazendeiros independentes virem o preço do agave-azul crescendo, eles começarão a replantar estes mesmos campos em que eles atearam fogo anteriormente.
Claro, depois disso acontecer, ainda leva 12 anos para um agave-azul estar pronto para produzir a frutose necessária para fazer tequila. É melhor você começar o seu estoque. E se você decidir mesmo afogar as mágoas, prefira vodca.

Hélio

helio
Já inalou hélio para ficar com a voz fininha e dar umas risadas? Valeu, camarada, ajudou bastante. Porque, hoje em dia, precisamos conservar o quanto pudermos de hélio. Você pode não perceber, mas o hélio é um produto altamente necessário no mundo moderno. Tudo, de imãs de máquinas de ressonância magnética a fibras óticas e telas de LCD precisam do elemento (que tem o ponto de ebulição mais baixo entre os materiais existentes na Terra) para funcionar. Sem ele, muito do que nós nos acostumamos a depender vai enfrentar dificuldades.
Mas isso não faz o menor sentido, você pode dizer. Como o estoque de hélio pode estar diminuindo tanto assim, ainda dá para comprar um monte de balões de hélio por aí com qualquer trocado? Bem, você está certo, isso não faz o menor sentido — mas não pelos motivos que você pode estar pensando. Mesmo quando estamos de fato ficando sem esse gás nobre, os Estados Unidos não pararam de vendê-lo muito barato. E, de acordo com o cientista Robert Richardson, da Universidade de Cornell, essa é uma decisão deliberada:
O governo dos EUA construiu uma reserva nacional de hélio em 1925. Ainda hoje, um bilhão de metros cúbicos do gás está estocado num depósito perto de Amarillo, Texas. Em 1996, o Congresso Americano aprovou um decreto determinando que esta reserva estratégica, que representa metade dos estoques de hélio da Terra, deve ser completamente vendida até 2015. Consequentemente, o hélio é tão barato e não é encarado como um recurso preciso.
E, quando ficarmos sem esse estoque, nossa outra opção é recuperá-lo do ar — o que vai custar dez mil vezes o que custa hoje. Então, tente não se lembrar dos milhares de dólares balões que você comprou e deixou escapar por aí.

Vinho

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Somos uma espécie composta por beberrões de vinho. A sede insaciável da humanidade nos colocou numa situação difícil — algo na casa de 300 milhões de garrafas. Claro, há um milhão de produtores espalhados  pelo mundo fazendo 2,8 bilhões de garrafas por ano, mas isso ainda não é suficiente para saciar a sempre crescente demanda por mais vinho.
Na verdade, apesar do crescimento em 1% no consumo global de vinho, a produção caiu mais de 5% no ano passado — a maior queda desde os anos 60. O que é pior é que a produção da bebida na Europa no ano passado despencou mais de 10% — e a região produz cerca de metade do fornecimento anual. Infelizmente, a maior parte do crescimento da indústria está acontecendo graças aos produtores artesanais, que não vão conseguir dar conta da alta da demanda.
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Queijo de cabra

queijo de cabra
Em 2010, o Reino Unido passou por um grande surto de febre Q. Isso fez com que mais de 50 mil cabras e ovelhas prenhas fossem descartadas (isto é, removidas da procriação). Alguns criadores decidiram parar completamente a reprodução. Isto já seria um grande problema, mas certamente não ajuda o fato de a demanda continuar a aumentar, mesmo com a oferta diminuindo.
O queijo de cabra é particularmente popular no fim de ano em lugares como a Europa e, recentemente, um parte considerável do planeta parece ter passado a gostar dessa iguaria: a China. Eles querem pagar, e querem pagar muito. Isto está deixando os fornecedores do produto em uma situação difícil. Como disse do The Telegraph George Paul, diretor da fabricante de queijo Bradbury & Son:
Os varejistas irão pagar mais por produtos de cabra ou correr o risco de ficar sem. Um ou outro vai ceder em breve — pode ser o preço ou a disponibilidade.
Então, não se surpreenda se você começar a ver queijos de cabra com preços bem salgados nos mercados por aí — fique feliz por ainda poder encontrá-lo em algum lugar.

Bacon

bacon
Talvez a carne mais amada de todas, o bacon pode deixar muita gente triste em breve. De acordo com a Associação Nacional do Porco –sim, o nome da entidade inglesa é esse mesmo: National Pig Association (NPA)–, uma escassez global de bacon (e outros produtos suínos, a propósito) “é inevitável”. Mas não se culpe por ser guloso ou comilão: há vários fatores contribuindo para o problema com os porquinhos.
A NPA atribui a escassez ao aumento do custo da ração, que pode ser atribuído às fracas safras de soja e milho do ano passado. Mas isso não é só no Reino Unido; esta mesma tendência está se repetindo por todo o mundo. O Departamento de Agricultura dos EUA publicou um relatório em agosto de 2012 que previu precisamente que os criadores de porco iriam reduzir sua produção para minimizar perdas, que poderiam ser grandes, graças à seca do Meio-Oeste Americano de 2012. Além disso, o vírus da diarreia suína epidêmica (PED, de Porcine Epidemic Diarrhea) está matando porcos em 15 estados americanos. E, por enquanto, ainda não há vacina no país.
Claro, isso não quer dizer que o bacon vai desaparecer em breve, mas os preços certamente vão refletir os estoques reduzidos. Então, se você quer economizar, pode ir deixando de pedir um x-bacon na lanchonete.
Imagens: Shutterstock/Dario Lo Presti, avs, nito, csp, Stokkete

Via: Gizmodo

Conheça o homem que fugiu da morte sete vezes e ainda ganhou na loteria

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Às vezes a gente só precisa mesmo de alguma história de sucesso para ter aquele tiquinho de incentivo que faltava para terminar o dia bem e/ou parar de reclamar da vida. O caso que você vai conhecer a seguir é tão surpreendente que chega a parecer mentira, mas não é. Estamos falando de um senhor de 85 anos chamado Frane Selak.

Nascido na Croácia, Selak trabalhou como professor de música e agora, aos 85 anos, está aposentado. Esse simpático senhor poderia facilmente deter dois títulos completamente opostos: o de homem mais azarado do mundo e o de a pessoa com mais sorte de todos os tempos. Pode, Arnaldo? Pode.
Tudo começou em 1962, durante uma viagem de trem a Dubrovnik. O passeio ia bem até que um acidente fez com que o trem simplesmente saísse dos trilhos e despencasse em um rio que, detalhe, estava congelado. Saldo para nosso viajante: um braço quebrado e hipotermia, o que foi resolvido assim que o resgate chegou. Os outros passageiros não tiveram a mesma sorte.

OLHA O AVIÃOZINHO


No ano seguinte, Selak decidiu fazer uma viagem de avião, mas, durante o voo, uma porta da aeronave simplesmente arrebentou. Nosso viajante azarado foi arremessado para fora do avião – detalhe: sem paraquedas. O que é que acontece com alguém que cai de um avião em pleno voo? A pessoa morre, certo? Se essa pessoa for Selak, errado – o cara teve a sorte de cair sobre um monte de palha. Ele estava inconsciente quando foi resgatado, mas se recuperou bem, com apenas alguns arranhões. Os outros passageiros do avião morreram.
Selak esperou três anos para quase morrer novamente. Era apenas uma viagem de ônibus, mas o veículo acabou despencando e indo parar em um rio. Como essa não era a primeira vez que algo do tipo acontecia com a pessoa que mais driblou a morte nos últimos tempos, o professor apenas saiu nadando, são e salvo, com apenas alguns arranhõezinhos para contar história.

A SAGA CONTINUA


Depois de três quase mortes, é normal que uma pessoa se sinta um pouco desmotivada – tipo você hoje, com aquela preguiça pós-almoço –, e, talvez por isso, Selak resolveu passar um tempo mais retirado, evitando pisar em trens, ônibus e aviões. Essa reclusa durou quatro anos e, num belo dia, quando tinha decidido dar uma voltinha de carro, o veículo pegou fogo enquanto Selak estava ao volante – ele saltou para fora do automóvel e correu a ponto de conseguir fugir da grande explosão que aconteceu alguns segundos depois.
Se o acidente de avião fez com que Selak nunca mais pisasse em uma aeronave, o de carro parece não ter sido assim tão traumático e, logo depois da explosão, ele comprou outro automóvel. E aí, leitor, você acha que essa foi uma boa ideia? É lógico que não foi! O carro novo durou três anos até explodir novamente. A diferença é que, dessa vez, Selak teve alguns ferimentos e queimaduras, e não apenas arranhões. Mas nada mais sério.

PERÍODO SABÁTICO


Depois disso, algo poderoso deve ter acontecido, talvez o professor tenha começado a usar algum tipo de armadura ou capacete fixo, a gente não sabe. O fato é que ele ficou mais de 20 anos sem sofrer acidente algum. Será que ele poderia viver feliz para sempre acreditando que tudo o que havia de ruim já tinha acontecido em sua vida? Ah, não sejamos assim tão ingênuos…
Nós já percebemos que usar meios de transporte não era exatamente a melhor escolha para Selak, mas será que ele correria algum tipo de perigo enquanto estivesse andando? Um palpite. É o que você tem para responder a essa pergunta.
Durante uma caminhada em Zagreb, Selak foi atropelado por um ônibus e – adivinha – saiu ileso! Depois de tanta sorte, o cara já estava acreditando que tinha algum poder mutante – Fênix, é você? – e poderia correr riscos sem grandes problemas. Então, nesse caso, por que não arriscar a vida em algumas montanhas?

RICO E INVENCÍVEL


Em 1996, Selak resolveu sair dirigindo em regiões montanhosas e, de repente, achou que seria uma boa ideia parar em uma esquina e observar um caminhão que vinha em sua direção e, sem ter para onde fugir, ele foi contra uma barragem e acabou despencando de uma altura de mais de 90 metros. No meio do caminho, porém, tinha uma árvore e, claro, nosso ninja agarrou-se a ela e escapou do carro que despencava.
O homem ficou conhecido como o mais sortudo de todos os tempos, embora esse título seja controverso: é sorte escapar da morte, mas é sorte também sofrer tantos acidentes assim? Foi essa dúvida que Selak quis sanar em 2003, quando resolveu apostar na loteria. Resultado: ele ganhou US$ 1 milhão.


Cinco anos depois de engordar seu saldo bancário, ele começou a distribuir dinheiro para seus familiares e amigos. Um dos bens que ele tinha adquirido era uma casa em uma ilha, mas a propriedade foi vendida e o dinheiro, doado. Ele dizia que já tinha tudo o que precisava para se considerar feliz – o único dinheiro que ele guardou foi o usado para fazer uma cirurgia no quadril e construir um santuário para a Virgem Maria.